Cupins destruíram parte das múmias do Mosteiro da Luz

Orelha, mandíbula e partes da pele dos braços e pernas da múmia em melhor estado foram atacados por insetos

Sérgio Duran, de O Estado de S. Paulo,

28 de fevereiro de 2008 | 20h52

Os mesmos cupins que levaram à descoberta de duas múmias no Mosteiro da Luz, no centro de São Paulo, destruíram parte dos corpos das irmãs concepcionistas ali sepultadas, afirmaram especialistas nesta quinta-feira, 28.   Foto: Valéria Gonçalvez/AE Orelha, mandíbula e partes da pele dos braços e pernas da múmia mais bem conservada foram devorados pelos insetos.   Foto: Valéria Gonçalvez/AE "Não fossem os cupins, o corpo estaria em uma situação de conservação ainda melhor", disse o biólogo especialista em cupim e o médico legista Luís Roberto Fontes, que trabalham no caso.   Foto: Valéria Gonçalvez/AE A múmia é considerada a mais bem conservada já encontrada no País até hoje e pode ter quase 200 anos de idade.  

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