'Cumpri minha missão de pacificador', diz vereador reeleito

No ano passado, durante a eleição da Mesa, teve até vereador que jogou dinheiro no plenário, indicando compra de votos. Neste ano, o clima foi de tranquilidade entre antigos inimigos. O que mudou?

Entrevista com

O Estado de S.Paulo

16 Dezembro 2011 | 03h03

Quando fui eleito, há um ano, disse que minha primeira função seria aproximar as distâncias. Foi o que fiz. Cumpri minha missão de pacificador. O resultado foi visto hoje.

Os poucos vereadores que fazem oposição ao governo hoje dizem que a Casa, neste ano, trabalhou para atender aos interesses do Executivo, só votando projetos do prefeito. Como o senhor responde a essas críticas?

A Casa não trabalhou para atender aos interesses do prefeito, mas aos interesses da cidade. Votamos aqui muitos projetos de vereadores, inclusive um, a Lei do Alvará, que reúne a assinatura de todos.

A oposição acabou?

É normal que todo prefeito busque obter uma ampla maioria para governar.

Quais serão as prioridades da Câmara para 2012?

Nossa prioridade vai continuar sendo a de aproximar o Parlamento da população, com ações de transparência, de fortalecimento das instâncias de poder local, de abertura à participação do cidadão, de garantia à liberdade de expressão e de evolução do processo que reduza a burocracia.

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