Cumbica tem o maior movimento em natais da história

Entre os dias 20 e 22, circularam 370 mil passageiros, volume 18% superior ao do ano passado

Edison Veiga, de O Estado de S. Paulo,

23 Dezembro 2013 | 20h57

SÃO PAULO - O Aeroporto Internacional de São Paulo registrou nos últimos dias o maior movimento de passageiros da história no período de Natal. Entre 20 e 22, embarcaram e desembarcaram em Cumbica 370 mil passageiros, um número 18% maior do que no ano passado.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da concessionária que administra o aeroporto, o recorde histórico foi no dia 20, quando 129 mil pessoas passaram pelo local.

"Nos últimos 12 meses, o aeroporto registrou movimento que ultrapassou a marca de 35 milhões de passageiros", informou a concessionária, em nota.

"Os números de pousos e decolagens foram expressivos no período, 1190 pousos e 1174 decolagens. Mesmo considerando que obras em andamento em pátios e pistas de taxi provocam algumas restrições de operação, os sistemas a cargo da Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos, tais como o processamento de passageiros pelos sistemas de raios-X, pontes de embarque e desembarque, transporte de passageiros de e para aeronaves, informações sobre voos, operações de pátio e outros, funcionaram dentro da normalidade. As operações da Polícia Federal e da Receita Federal também foram reforçadas e fluíram bem."

Balanço. Dos pousos que o aeroporto recebeu nesses três dias, 264 chegaram com atraso superior a 30 minutos. No mesmo período, foram realizadas 1174 partidas, 339 delas atrasadas.

"Assim, o grande número de chegadas atrasadas provenientes de outros aeroportos foi o principal motivo para a quantidade de partidas atrasadas registradas no Aeroporto Internacional de São Paulo", prosseguiu a concessionária.

"Alguns eventos envolvendo outros agentes e/ou aeroportos do país influenciaram nos atrasos nas chegadas e partidas no Aeroporto de Internacional de São Paulo, como: meteorologia, fechamento temporário de uma torre de controle, reparos emergenciais em pista, queda de energia no balizamento de pista, entre outros. Além disso, a implementação de medidas de gerenciamento de trafego aéreo, de responsabilidade do Ministério da Defesa, contribuíram para uma separação maior entre pousos e decolagens."

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