Culpa da densa arborização?

AES - ELETROPAULO E A FALTA DE ENERGIA

O Estado de S.Paulo

23 Março 2013 | 02h06

Há 7 anos moro na Rua Madre Rita Amada de Jesus, na Granja Julieta, e ao longo desses anos sofremos constantes interrupções de energia no bairro. Qualquer início de chuva seja ela de pouca intensidade ou não provoca queda de energia. Os estouros dos transformadores é uma constante. A dúvida que fica é se são subdimensionados ou falta manutenção. Desnecessário dizer que essas constantes interrupções provocam danos aos equipamentos elétricos das residências. Gostaria de receber por parte da AES Eletropaulo uma explicação oficial para esse fato e quando teremos solução. Vale lembrar que a Linha 5-Lilás do Metrô está sendo construída nessa região e certamente sofrerá as consequências desse serviço, se nada for feito.

BALTAZAR F. MARTINEZ / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que a região em que o cliente mora é caracterizada por densa arborização. Os últimos desligamentos de energia no trecho foram provocados por queda de árvores e galhos de grande porte sobre a rede de energia. A distribuidora acrescenta que vai mapear as árvores que estão próximas da rede elétrica no circuito que alimenta o cliente para continuar as podas preventivas.

O leitor critica: A resposta da AES Eletropaulo é uma piada.

O serviço fornecido é de péssima qualidade para essa região. É inadmissível que o contribuinte tenha que encontrar alternativas para suprir a falta de energia como, por exemplo, a compra de geradores. E quanto aos danos aos equipamentos eletrônicos? Quem arca com esse prejuízo? Não deveria ser a concessionária? Talvez isso seja utopia, se nos basearmos na resposta publicada na quarta-feira (20/3) neste espaço.

SABESP SE EXIME

Transbordamento de esgoto

Peço a ajuda desta seção para tentar fazer com que os administradores responsáveis resolvam em definitivo o problema de transbordamento de esgoto no Parque Continental. No cruzamento da Rua Wilson Carlos Rodrigues com a Elias Francisco Miguel há 3 bueiros ou poços de visita para a rede de esgoto, que transbordam ao mínimo volume de chuva e às vezes mesmo sem chuva. Parece que todo o esgoto do bairro passa a fluir pela rua citada, formando um grande lodaçal de sujeira. A entrada e a saída de nossas casas ficam prejudicadas e não preciso nem me referir à sujeira que somos obrigados a levar para dentro das residências, tratando-se de um caso de flagrante problema de saúde pública! Além do risco trazido pela sujeira, há ainda a presença de insetos de toda ordem e até de ratos. A situação se agrava nas épocas de chuvas intensas, com a enxurrada muitas vezes na iminência de atingir o interior das casas. Há dois anos solicito medidas definitivas à Sabesp, que se limita, quando tanto, a comparecer ao local, levantar a tampa de ferro e recolocá-la de volta. Já recorri à Subprefeitura Lapa e não tive resposta alguma.

FERNANDO TOLFFO

/ SÃO PAULO

A Sabesp informa que o problema é decorrente do uso incorreto

da rede coletora que recebe água de chuva. Com isso, o poço de visita transborda quando há temporais. A chuva que escorre por ralos e calhas das residências deve seguir para as galerias pluviais, mas alguns imóveis da região

lançam essa água dentro da rede de esgoto irregularmente. Cabe

à Prefeitura de São Paulo notificar os imóveis com ligações irregulares. A Sabesp informou que faria a limpeza da rede coletora no

local em 21/3.

O leitor comenta: Como previsto, fica o jogo de empurra-empurra sobre a responsabilidade acerca do problema, que não está resolvido e, como descrito, nos causa transtornos há anos.

OFICINA IRREGULAR

Denúncia em vão?

Já cansei de reclamar, sem que haja solução efetiva, de uma oficina de carros e motos que funciona na garagem da Rua Brás Lourenço, n.º 70. A oficina deixa veículos semidesmontados em todo o quarteirão, com muita sujeira e óleo na rua, impedindo e dificultando a passagem de pedestres. Em outubro, apesar de a Subprefeitura Vila Mariana dizer que iria tomar uma medida contra o estabelecimento, nada foi feito e a situação está insustentável. O local funciona inclusive aos sábados e domingos e em horários que se estendem até a madrugada.

DETE FURLAN / SÃO PAULO

A Subprefeitura Vila Mariana diz que já vistoriou o local em questão e autuou o responsável do estabelecimento por funcionar sem alvará. Foi aberto processo fiscal e, caso o proprietário não regularize a situação, o espaço será interditado.

A leitora diz: Espero que haja solução desta vez.

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