Criminosos se passavam por passageiros

Em fevereiro do ano passado, o desbaratamento de uma quadrilha de furto de bagagens também no Aeroporto de Cumbica ganhou repercussão em todo o País pelo modo de operação dos integrantes. Seis pessoas foram presas - quatro eram funcionárias de empresas prestadoras de serviço para companhias aéreas e outra era empregada.

O Estado de S.Paulo

06 Março 2013 | 02h08

O esquema - que privilegiava bagagens provenientes de voos internacionais, especialmente vindos dos Estados Unidos - era o seguinte: malas que deveriam seguir diretamente para as esteiras da área internacional eram desviadas para a do desembarque doméstico. De lá, um integrante da quadrilha "desembarcava" com a bagagem como se fosse um passageiro comum - evitando, assim, a passagem pela alfândega. Dois meses depois, a Polícia Federal acabou prendendo por crime com operação semelhante dois funcionários do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior paulista.

Carga. No mesmo terminal, em outubro, o furto chegou ao terminal de cargas: cinco homens encapuzados, portando submetralhadoras e pistolas, levaram de um depósito da TAM uma carga de iPhones e iPads. Eles usaram uma van para transportar os 12 caixotes com os equipamentos eletrônicos - avaliados em R$ 3,9 milhões.

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