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Cremesp defende nome social para médicos transgêneros

Conselho paulista pediu posicionamento formal ao CFM, a quem cabe regulamentar proposta; medida atende a "demandas sociais"

O Estado de S.Paulo

30 de novembro de 2016 | 00h14

SÃO PAULO - O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) está defendendo a previsão de uso do nome social por médicos transexuais, transgêneros ou travestis. Em nota divulgada nesta terça-feira, 29, a entidade disse que é sua atribuição “prover adaptações em seus sitemas de modo a atender a tais demandas sociais”.

Para que a medida passe a vigorar efetivamente, a sugestão depende de regulamentação pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), para o qual o Cremesp disse ter pedido posicionamento formal. O objetivo seria chegar a adoção da previsão que permita ao médico transgênero, transexual ou travesti fazer uso do nome social nos documentos emitidos pelos conselhos regionais, “que não será em momento algum modificado”. 

“O apoio da entidade federal a essa proposta permitirá, finalmente, alargar os passos das instituições em direção ao processo inclusivo proposto pelo Cremesp, onde prevaleça o respeito ao médico como indivíduo, profissional e cidadão”, reforçou a entidade paulista. 

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