CPTM diz que não tem como ampliar capacidade

Desde que foi lançado, o Expresso Turístico já transportou mais de 27 mil passageiros para os três destinos, com ocupação média de 89,6% dos lugares. Segundo a CPTM, o aumento da oferta de viagens depende de disponibilidade operacional, uma vez que o Expresso Turístico utiliza as mesmas linhas do transporte metropolitano. A companhia também fica na dependência de um aumento de frota.

William Cardoso, O Estado de S.Paulo

04 Julho 2011 | 00h00

Sobre a venda de passagens, a CPTM diz que no próprio site há a informação de que qualquer usuário pode comprar até um vagão inteiro com antecedência. Restaram poucos lugares para a viagem do dia 21 de agosto para Paranapiacaba, por exemplo, porque um grupo de escoteiros reservou um vagão inteiro (metade dos bilhetes), antes mesmo da abertura das vendas para o público em geral. Também afirma que funcionários apenas indicam a possibilidade de compra de roteiros complementares no quiosque.

Com relação à agência de turismo, a CPTM afirma que ela venceu concorrência pública para uso do espaço na Estação da Luz, mediante remuneração, encargos de administração, implementação, operação e manutenção de quiosque visando à comercialização de roteiros complementares à operação do Expresso Turístico. O aluguel do quiosque é de R$ 1.520 mensais.

Sem interesse. O proprietário da agência de turismo, José Luiz Rizzato, diz que não há interesse em realizar compras antecipadas e, com isso, correr o risco de arcar com o prejuízo, caso não seja possível comercializar os pacotes. Ele diz que, como qualquer agência, oferece também o serviço completo aos clientes, com a comodidade de incluir nas vendas as passagens de ida e volta.

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