CPTM abre sindicância para apurar falha

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) informou ontem ter aberto uma sindicância interna para apurar as causas do incêndio que resultou na paralisação de todas as linhas da rede no sábado. O prazo para conclusão das investigações é de 30 dias.

O Estado de S.Paulo

09 de abril de 2013 | 02h01

Em nota, a companhia afirma que a sindicância vai "apurar as causas da ocorrência e propor medidas preventivas cabíveis" mas, sem informar o motivo, diz que "as investigações ocorrem em sigilo e por esse motivo não é possível entrevistas com os membros da comissão" que fazem parte da sindicância.

O incêndio que paralisou as linhas foi no prédio onde funciona o Centro de Controle Operacional (CCO), sala que comanda todos os trens, no Brás, região central da cidade. Embora o fogo não tenha atingido a sala, a fumaça obrigou todos os funcionários a deixarem o prédio, prejudicando os cerca de 390 mil passageiros que, em média, usam os trens entre 13h e 17h30 aos sábados. O CCO funciona naquele local há cerca de cinco anos e nunca havia registrado ocorrência parecida. / BRUNO RIBEIRO

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.