Corte de telefone

Em 4/1 tive minha linha telefônica cortada. Entrei em contato com a Telefônica pelo 10315 e fui informado de que o motivo foi a falta de pagamento do mês de novembro de 2010, porém a conta é paga em débito automático. O SAC da Telefônica informou que houve um erro no sistema da empresa no mês de novembro e, por isso, não foi enviado o lançamento de débito para minha conta no banco e que, por isso, eu deveria efetuar o pagamento por meio do código de barras. Só depois desse procedimento minha linha seria desbloqueada. O maior absurdo foi saber que eu terei de pagar uma multa e juros! Paguei o valor de novembro de R$ 139,77, porém fui informado de que terei de ligar novamente em fevereiro para solicitar o estorno da multa e dos juros, cobrados por erro da Telefônica! Possuo débito automático justamente para não ter que me incomodar com esse tipo de problema e agora sou obrigado a ter de ouvir uma série de absurdos, ficar sem telefone e, o pior, ter de pagar por erro da empresa.

, O Estado de S.Paulo

15 Janeiro 2011 | 00h00

ALEXANDRE MARQUES TEIXEIRA / SÃO PAULO

A Telefônica informa que a linha do sr. Teixeira foi religada e que o cliente terá crédito na conta de fevereiro do valor da multa. A empresa diz que entrou em contato com o cliente para prestar os esclarecimentos necessários e lamenta e pede desculpas pelos transtornos causados.

O leitor diz: No dia 4/1 paguei o valor da conta e dois dias depois meu telefone voltou a funcionar. Em seguida a Telefônica entrou em contato comigo e disse que irá fazer o estorno dos juros e multa na conta de fevereiro. Espero que sim.

INSS NEGA BENEFÍCIO

Sem ter como trabalhar

Gostaria de pedir ajuda para a sra. Sonia Maria Camargo, de 47 anos, pois ela não consegue se aposentar pelo INSS, mesmo sem condições de trabalhar. Ela sofre de sérios problemas de saúde, possui dificuldade de locomoção e tem pinos na coluna, o que provoca fortes dores. O INSS concedeu por dois anos o benefício e, após esse prazo, o cancelou. Mesmo com laudos médicos atestando sua incapacidade para trabalhar, o INSS continua a negar o benefício.

RENATA D"AVILA / SÃO PAULO

O INSS não respondeu.

A leitora informa: O problema não foi solucionado e ninguém do INSS entrou em contato nem comigo nem com ela.

CALÇADAS ESBURACADAS

Descaso ou incompetência?

As áreas localizadas atrás da Secretaria da Educação e da Praça Dom José Gaspar estão bem cuidadas e com calçamento decente. Mas, infelizmente, isso não ocorre na Av. São Luís, na Rua da Consolação e nas imediações. Os buracos nas calçadas são uma vergonha e não há nenhuma ação do poder público para exigir que os responsáveis deixem as vias em condições transitáveis. Foi feito o recapeamento da Av. São Luís, mas o cruzamento com a Consolação, na faixa de pedestres, continua com várias ondulações. Além disso, o lixo se acumula na região central, inclusive na Rua do Lavapés. Qual é o destino do IPTU? Qual será a desculpa da Prefeitura?

ANTONIO ALBERTO DIAS CASTRO / SÃO PAULO

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras informa que o levantamento dos passeios danificados na Av. São Luís, na Rua da Consolação e nas imediações já se iniciou e os proprietários estão sendo notificados para que executem os reparos dentro de 30 dias, sob pena de multa. Quanto à limpeza, as duas vias são varridas até seis vezes ao dia e os calçadões, duas vezes. Já na Rua do Lavapés, o serviço é executado quatro vezes. Para que esse trabalho seja notado, é necessário que os moradores evitem jogar lixo na rua e coloquem o lixo domiciliar após as 18 horas. Sobre os problemas de asfalto no cruzamento entre a Av. São Luís e a Rua da Consolação, um agente técnico da Superintendência das Usinas de Asfalto irá realizar a vistoria no local nos próximos dias e, caso sejam constatados problemas, os serviços de manutenção serão feitos

O leitor comenta: Espero que essas providências sejam realmente adotadas para o bem da comunidade da região.

ABANDONO

Relógios parados

É hora de extirpar o faz de conta da administração pública. Entre as tristes paisagens da cidade por vários dias permaneceu a de um relógio de rua caído sobre a calçada na altura do número 2 mil da Av. 9 de Julho, em frente à Fundação Getúlio Vargas. Gostaria de saber como está a licitação dos relógios de rua.

DEVANIR AMÂNCIO / SÃO PAULO

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