Corpos de PMs não foram mexidos, diz IC

Os laudos do caso Pesseghini deverão ficar prontos na próxima semana, mas o Instituto de Criminalística (IC) já constatou que os corpos não foram removidos da cena do crime. Agora, a polícia vai ouvir novamente testemunhas que prestaram depoimento no início das investigações, entre elas colegas do estudante de 13 anos suspeito de matar os pais, a avó, a tia-avó e depois se suicidar.

O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2013 | 02h13

Segundo agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, amigos do adolescente Marcelo Pesseghini podem ter omitido informações. Foram ouvidos 10 alunos do colégio onde o adolescente estudava. Pelo inquérito, Marcelo se comportava como o líder de uma grupo que se denominava "Os Mercenários", com cinco adolescentes que jogavam o videogame Assassin's Creed. Os quatro companheiros foram ouvidos pelo DHPP, três meninos e uma menina. O mais velho tem 17 anos. Uma garota que foi convidada a ser a sexta integrante diz que se recusou.

A polícia teve acesso a um e-mail de integrantes do grupo, em que dois deles se referiam a um segredo não revelado. Nesta semana, alguns desses colegas disseram que ele havia confessado ter matado os pais, o sargento da Rota Luís Pesseghini e a cabo da PM Andréia Regina Bovo Pesseghini. / LUCIANO BOTTINI FILHO

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