Reprodução/Facebook
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Corpo de modelo desaparecida é encontrado em seu próprio carro em canavial

Polícia de Piracicaba (SP) acredita que a modelo morreu após capotar o veículo e ser arremessada para fora por não estar usando o cinto de segurança

Ronaldo Faria, Especial para o Estado

31 Julho 2016 | 16h16

CAMPINAS - O mistério que envolveu o desaparecimento da modelo Aline Pereira Godoy Furlan, de 28 anos, desde 14 de julho, e que mobilizou a polícia da região de Piracicaba, terminou: seu corpo foi encontrado esmagado, na manhã deste domingo, 31, sob o Toyota Corolla de sua propriedade, numa ribanceira próxima do Km 147 da Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), quase na divisa entre Piracicaba e Santa Bárbara d'Oeste, cidade onde ela morava. 

O desaparecimento de Aline estava cercado de várias hipóteses, como sequestro, fuga ou acidente de trânsito. Mas, após os 17 dias entre o último contato dela com a família e seu corpo ser encontrado, em decomposição, o caso está solucionado. Segundo a Polícia Civil de Piracicaba, há 99% de chance de que a modelo morreu depois de capotar o carro e seu corpo ser atirado para debaixo do veículo. Ela estava sem o cinto de segurança afivelado.

Aline tinha sido vista pela última vez após sair de uma cachaçaria em Piracicaba e dizer que iria voltar para casa, em Santa Bárbara d'Oeste. Foi também seu último contato com a família. Desde então, familiares e polícia buscavam seu paradeiro. Como o helicóptero Águia da Polícia Militar sobrevoou trechos da SP-304 e canaviais próximos por dois dias seguidos sem localizar o veículo, a hipótese de sequestro passou a ser investigada. 

Uma pessoa, inclusive, chegou a afirmar, há três dias, ter visto o carro da modelo com ela e mais três homens em Mogi Guaçu, município da região de Campinas. Na manhã desse domingo, porém, o morador de um sítio às margens da Rodovia SP-304 viu o carro no fundo de uma ribanceira de 100 metros e deu fim ao mistério. 

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