Controlar entra com ação para manter inspeção veicular em São Paulo

Empresa alega que contrato terminaria só em 2018, não em 2012, como diz a Prefeitura; Ministério Público criticou suspensão da exigência

Artur Rodrigues e Luciano Bottini Filho,

14 de outubro de 2013 | 11h58

SÃO PAULO - A Controlar entrou com uma ação para manter o serviço de inspeção veicular na cidade. Os advogados da empresa alegam que a Prefeitura tomou uma medida arbitrária, argumentando que o contrato expirou para evitar arcar com custos do rompimento. 

Segundo a defesa da empresa, a decisão já havia sido tomada anteriormente pelo prefeito Fernando Haddad (PT). A Controlar alega que o contrato acabaria em 2018. A administração municipal diz que ele terminou em março de 2012. 

O promotor Ismael Lutti, que moveu uma ação civil pública contra a empresa, afirma que a decisão do município é irresponsável. "A administração está brincando com a vida e a saúde da população de São Paulo", disse. Ele afirma que, caso a Justiça negue a ação da Controlar mantendo a inspeção, pretende abrir inquérito sobre a paralisação do serviço.

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