Nilton Fukuda/Estadão
Nilton Fukuda/Estadão

Contra reformas, centrais sindicais prometem tomar a Paulista

Manifestação está marcada para as 16 horas, no Masp; principais cidades do País têm protestos nesta sexta-feira

Bibiana Borba, O Estado de S.Paulo

31 Março 2017 | 09h53

SÃO PAULO - Após protestos pontuais pela manhã, as principais centrais sindicais do País anunciam uma nova manifestação na Avenida Paulista, na região central de São Paulo, na tarde desta sexta-feira, 31. A concentração está marcada para as 16 horas, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Depois, está prevista uma passeata em direção à Praça da República, no centro, onde estarão professores da rede estadual. Outro grupo, de professores municipais, prevê caminhada no mesmo horário entre a Praça do Patriarca e a Praça da República, onde um ato unificado deve ocorrer por volta das 18 horas.

As entidades esperam voltar a reunir milhares de pessoas contra as reformas da Previdência e de leis trabalhistas pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB). Os protestos ocorrem em várias cidades do Brasil, como “aquecimento” para uma paralisação geral, segundo as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

O objetivo é mobilizar várias categorias de trabalhadores a cruzarem os braços no dia 28 de abril, uma sexta-feira. No último dia 15 de março, as centrais conseguiram a adesão de metroviários e rodoviários de São Paulo, que impediram o funcionamento de ônibus e trens durante parte do dia.

Confira a programação de manifestações nas principais capitais:

9h – Salvador – Campo da Pólvora

15h – Fortaleza – Praça da Bandeira

16h – Brasília – Rodoviária Plano Piloto

16h – São Paulo – Masp

16h – Recife – Praça do Diário

17h – Rio de Janeiro – Candelária

17h – Florianópolis – Largo da Alfândega

17h – Belo Horizonte – Praça da ALMG

18h – Curitiba – Praça Carlos Gomes

18h – Porto Alegre – Esquina Democrática

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