Contra gargalos, Ecovias sugere trânsito noturno

Os principais gargalos estão concentrados no trevo do km 55 da Via Anchieta, em Cubatão, que tem um traçado antigo e não comporta o volume de tráfego atual. Mais à frente, na Rodovia Cônego Domenico Rangoni - a Piaçaguera-Guarujá -, entre o km 262 e o km 270, também há estreitamento de pista, o que complica a passagem. O outro ponto crítico é na chegada a Santos, no acesso ao porto, por conta dos terminais de carga e entrada para bairros. Nesse ponto acontece o maior número de acidentes. "Esses três pontos críticos não comportam mais o fluxo intenso de veículos, especialmente de caminhões", explica o diretor-superintendente da Ecovias, Humberto Gomes. "Mas percebe-se que à noite a rodovia fica ociosa. É preciso que a atividade portuária seja remodelada e se adapte à realidade", sugere, para evitar que os congestionamentos provocados pelo grande volume de tráfego "influenciem a temporada de férias".

Eduardo Reina, O Estado de S.Paulo

20 de setembro de 2010 | 00h00

Se fossem iniciadas hoje, as obras para resolver os gargalos demorariam cerca de dois anos para serem concluídas. A Ecovias propôs à Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) três pacotes de construções para tentar solucionar o problema de gargalos na região de Santos. Mas a Artesp ainda não respondeu.

A proposta é implementar uma terceira faixa de rolamento na Piaçaguera; remodelar o trevo do km 55 da Anchieta, na chegada à Cubatão, e adotar faixas exclusivas para caminhões e veículos urbanos na Anchieta entre o km 60 e km 65 em Santos. Uma vez aprovada a sugestão pela Artesp, os obras começariam em meados de 2011.

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