Construção de escolas vai exigir R$ 2,3 bilhões em quatro anos

A Prefeitura de São Paulo pretende gastar R$ 2,3 bilhões em obras de escolas ao longo do mandato do prefeito Fernando Haddad (PT). Metade desse valor deve ser pago com recursos do Ministério da Educação (MEC). O plano prevê 367 obras. Dessas, 243 serão creches e 20, Centros de Educação Unificada (CEUs).

Artur Rodrigues, Paulo Saldaña, O Estado de S.Paulo

15 de agosto de 2013 | 02h51

O prefeito prometeu ontem criar 16 mil vagas de creche até o fim do ano. Isso representa 12% das 127 mil crianças na fila, segundo balanço de junho da Secretaria de Educação.

Durante a campanha, Haddad prometeu zerar o déficit de vagas na cidade. Para isso, aposta na rede conveniada. O prefeito afirma, porém, que é preciso ter uma forte fiscalização nas entidades parceiras - são mais de mil. "Existem boas instituições que vão receber apoio e, aquelas que não estiverem cumprindo com as diretrizes da secretaria, vamos descredenciar", diz. Para ampliar a rede própria, a Prefeitura esbarra na dificuldade de encontrar terrenos. "É isso que está emperrando a expansão."

Até agora, a Prefeitura encaminhou ao MEC a definição de 87 áreas para a construção de creches. A administração pretende erguer 172 creches em convênio com a União e outras 71 serão feitas com dinheiro próprio ou em parceria com o governo do Estado, totalizando 243.

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