Constrangimento na Caixa

PORTADOR DE DEFICIÊNCIA

O Estado de S.Paulo

29 Novembro 2012 | 23h50

Sou deficiente físico e recebo minha aposentadoria na agência da Caixa Econômica Federal (CEF), no Alto da Mooca, onde nunca sou bem atendido. Sempre fico retido por um bom tempo na porta giratória, pois tenho instalada uma bomba de analgesia no meu abdômen. Tenho de entrar pela porta lateral, não sem antes ter todos os meus documentos copiados. Como uso muleta e bengala, sempre há vigilantes armados próximos a mim, já que devo representar um perigo ao banco! Além disso, a CEF cobra tarifas indevidas. Cada vez que faço transferência da conta poupança para cobrir a conta corrente, o banco cobra uma tarifa de R$ 0,90 por transação. Peço o fim do constrangimento, o estorno das tarifas e o cancelamento do limite de cheque especial, já que nunca o solicitei.

PAULO SERGIO MARIANO / SÃO PAULO

A CEF informa que, por orientação da Febraban, os bancos instalam portas automáticas com detectores de metal para garantir a segurança de clientes e funcionários. O travamento independe da vontade do vigilante ou funcionários. No caso de pessoas portadoras de deficiência, só o gerente de atendimento é responsável pela autorização de acesso pela porta de emergência. Sobre a tarifa de R$ 0,90, o cliente efetuou três transferências dentro do mesmo mês. De acordo com a Tabela de Serviços Essenciais Isentos à Pessoa Física na conta de depósito de poupança, o cliente está isento para fazer até duas transferências para conta de depósitos de mesma titularidade.

O leitor informa: A CEF continua a operar no século 19 e nós precisamos de um banco em conformidade com o século 21. Estou encerrando minha conta e abrindo em outro banco.

VILA MARIANA

Rua estreita e de terra

Gostaria de convidar o subprefeito responsável pela Vila Mariana para passar pela maravilhosa Rua Souza Ramos, entre as Ruas Mauricio Klabin e São Gilberto, situada a poucos metros da Domingos de Morais, de preferência um pouco depois do almoço. A rua é extremamente estreita e, como os carros estacionam dos dois lados, é impossível a passagem de dois veículos ao mesmo tempo. Um pouco mais adiante, há carros abandonados e um terreno baldio. A pavimentação da rua é composta de uma mistura de asfalto, paralelepípedos e terra. Os moradores até fizeram um puxadinho para usar de garagem! Deve ter até um criadouro de mosquitos da dengue por lá. A CET poderia proibir o estacionamento em um dos lados e a Prefeitura poderia arrumar as calçadas e a rua. Que vergonha!

MARCUS COLTRO / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por intermédio da Superintendência das Usinas de Asfalto, informa que o recapeamento das ruas citadas estão na programação. A Subprefeitura Vila Mariana manterá, quando necessário, serviços de tapa-buracos. Sobre os carros abandonados e o imóvel, serão enviados agentes vistores ao local para que sejam tomadas as ações necessárias. A Subprefeitura informa também que a limpeza já está programada e será realizada nos próximos dias. Ressalta que o cidadão pode registrar solicitações e reclamações pelo telefone 156, pelo site http://sac.prefeitura.sp.gov.br ou na Praça de Atendimento da Subprefeitura de sua região.

O leitor informa: Nada mudou, mas o pior é o fato de os carros continuarem a ser estacionados dos dois lados da rua. Por que a CET não faz nada para melhorar a circulação?

O PROBLEMA SE REPETE

Reposição de asfalto malfeita

Sou morador da Rua Sebastiana Felício de Oliveira, em Massaguaçu, Caraguatatuba. A rua foi asfaltada recentemente, porém, por falhas na rede de esgotos da Sabesp, há constante entupimento. Para reparar a rede, quebram o asfalto e, quando concluído o reparo, o asfalto não é refeito. Somente é colocada uma capa de concreto, mais baixa que o piso original, ficando assim desnivelada a rua e com vários buracos.

ALVARO BENEDITO DE OLIVEIRA

/ CARAGUATATUBA

A Sabesp informa que foram

realizadas, antes do feriado prolongado, intervenções na citada rua para ligações de esgoto. Após a intervenção, a empresa promoveu a chamada reposição base, para que receba o asfalto quente. Os serviços foram concluídos na sexta-feira, dia 23/11. A Sabesp pede desculpas pelos transtornos causados ao leitor e aos moradores do local.

O leitor avalia: Efetivamente

a Sabesp só manteve tamponamento com concreto. Tendo em vista que a rua foi recentemente asfaltada, a sua condição atual demonstra total descaso ao erário e transtornos aos

moradores.

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