Constrangimento a aluno

ESCOLA PÚBLICA SEM PRODUTO BÁSICO DE HIGIENE

O Estado de S.Paulo

09 Março 2013 | 02h03

Meu filho, de 9 anos de idade, mais uma vez passou por uma situação constrangedora na escola onde estuda, EMEF Prof. Ernesto de Morales Lopes. No dia 25/2, como ocorrera em 2012, ele teve vontade de ir ao banheiro, mas não havia papel higiênico. Meu filho solicitou papel a uma das funcionárias, pois estava com diarreia, mas ela disse que não tinha. Ela ainda disse que o papel higiênico disponível era para professores e para a direção e que nada poderia fazer. Dá para imaginar o que aconteceu? Ele voltou todo sujo! Será que ainda vai querer voltar para a escola? Não seria a escola o início de uma vida mais digna, um local de respeito e vivência em comunidade? Consegui, por sorte, a transferência dele para outra unidade, onde espero que ele seja mais bem tratado.

CARLOS RENATO DA SILVA OLIVEIRA / SÃO PAULO

A Diretoria Regional de Educação Pirituba informa que os serviços de limpeza da EMEF Ernesto de Moraes Leme são feitos por empresa terceirizada. Os banheiros são limpos 4 vezes por turno: na entrada dos alunos, depois do 1º e 2º intervalos e antes do início do 2º turno, quando são repostos os rolos de papel higiênico. Segundo a direção da escola, quando o filho do sr. Oliveira passou mal, foi prontamente atendido pelos funcionários, portanto, não houve negligência da unidade à situação.

O leitor responde: Incrível que ninguém da escola ou da diretoria teve a decência de me responder, explicando o ocorrido até agora. Fiz reclamação na Promotoria Pública. Gostaria de poder entrar na escola e gravar um vídeo para mostrar o que relatei. Ingressei com um processo judicial contra a Secretaria Municipal da Educação.

SEMÁFOROS PISCANTES

Falhas após temporal

De 20 a 27/2 vários semáforos da região do bairro de Mirandópolis permaneceram embandeirados e/ou com amarelo piscante após temporal. Vários cruzamentos importantes dessa região apresentavam esse problema, como a Alameda das Boninas, a Rua Diogo de Faria, a Rua das Rosas com a Av. Senador Casemiro da Rocha, etc. Essa situação denota desleixo, pois não vi nenhum agente da CET nesses pontos para orientar o tráfego.

JOSÉ EDUARDO CHOCAIRA

/ SÃO PAULO

A CET informa que os semáforos das ruas citadas pelo leitor já foram consertados. Ressalta que, para modernizar o sistema semafórico da cidade e suprir a carência de equipamentos, a Secretaria Municipal de Transportes lançou em 20/2 pregões eletrônicos para a compra emergencial de componentes de semáforos. Enquanto isso, a CET mantém contrato com a empresa atual de serviços de manutenção. Por fim, lembra que as falhas semafóricas podem ser comunicadas à Central de Operações da CET pelo 1188 todos os dias.

O leitor comenta: O problema foi solucionado, mas os órgãos públicos têm de evoluir muito. Por exemplo: os subprefeitos não andam pelos seus bairros? Não vêm como estão os passeios públicos, a sujeira, os buracos, os semáforos e as faixas de pedestres? Ficam apenas em seus gabinetes com ar condicionado? A cidade precisa de ação!

BICICLETAS NO METRÔ

Dificuldades na Linha-4

Meu marido e eu somos usuários da Linha 4-Amarela do Metrô aos domingos, pois andamos de bicicleta pela ciclovia da Marginal do Pinheiros. Mas, ao descer as escadas rolantes com as bicicletas, os seguranças disseram que devíamos levá-las pelas escadas convencionais. Nós temos 55 e 49 anos, respectivamente, e, após andar de bicicleta o dia inteiro, já estamos cansados para carregar as bikes em 10 lances de escadas, sem contar o risco de, pelo cansaço, sofrer algum acidente! O que mais nos chocou foi saber que a preocupação da Linha Amarela é com o vidro das escadas rolantes, pois as bicicletas podem danificá-los! Solicito à direção da Linha Amarela que reconsidere a ordem dada aos seguranças e reflita sobre o que é mais seguro para o passageiro que transporta sua bicicleta pelas estações, pois só a Linha Amarela tem essa restrição.

EVA OLIVEIRA / SÃO PAULO

A ViaQuatro, concessionária que opera a Linha 4-Amarela, esclarece que adota o mesmo procedimento nas demais estações do Metrô. Hoje os ciclistas devem utilizar apenas as escadas fixas para descer as bicicletas. Para subir, podem utilizar as fixas e as rolantes. Nos elevadores também não é permitido o transporte de bikes. A concessionária estuda alternativas para melhorar esse transporte.

A leitora desmente: Não é verdade! Na Linha Verde eu subo e desço com a minha bicicleta pelas escadas rolantes, sem nenhum problema! A Linha-4 Amarela é a única que adota esse procedimento. A resposta da ViaQuatro não me satisfaz, pois não resolveu o problema. Mais uma vez o usuário é prejudicado!

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