Conselho de Defesa do Patrimônio tomba oito estações da CPTM

Construções em Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires, Caieiras, Jundiaí, Franco da Rocha, Perus, Jaraguá e Várzea Paulista farão parte do patrimônio histórico do Estado

Priscila Trindade, do estadão.com.br

27 de julho de 2010 | 19h06

 

SÃO PAULO - O Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) informou nesta terça-feira, 27, que oito estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) foram tombadas.

 

As estações são: Rio Grande da Serra e Ribeirão Pires da Linha 10-Turquesa (Luz-Rio Grande da Serra), Caieiras, Jundiaí, Franco da Rocha, Perus, Jaraguá e Várzea Paulista, da Linha 7-Rubi (Luz-Jundiaí).

 

Com isso, a CPTM contabiliza 11 estações tombadas que ainda estão em plena operação. As estações Luz, Brás e Júlio Prestes se tornaram patrimônio histórico entre 1970 e 1980.

 

A antiga estação de Santos, conhecida como estação do Valongo, já é patrimônio histórico de São Paulo, mas hoje pertencente à prefeitura local. O Condephaat informou que a Resolução de Tombamento incorporou dois armazéns, os primeiros de importação e exportação de São Paulo.

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