Condôminos pedem ajuda a prefeito no Rio

Os condôminos do Edifício Liberdade, que ficava no centro do Rio e desabou com outros dois prédios no dia 25 de janeiro, vão pedir à Prefeitura que ajude as empresas que perderam suas sedes. "Além de todos os problemas, essa tragédia criou uma nova categoria de empresa, a empresa sem-teto", diz o advogado Octavio Blatter, presidente da Associação de Vítimas.

RIO, O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2012 | 03h02

Segundo ele, cerca de 600 profissionais que atuavam nas firmas com sede no prédio estão desempregados. "As empresas ainda não voltaram a funcionar, porque não têm para onde ir", diz Blatter. "Vamos nos reunir com o prefeito Eduardo Paes para pedir auxílio. Quando os barracões das escolas de samba pegaram fogo (em 2011), a prefeitura ajudou, então deve auxiliar agora também. A administração tem muitos prédios e poderia ceder alguns que estejam ociosos para alojar temporariamente essas empresas."

Segundo o advogado, a discussão sobre como ocupar a área onde ficava o prédio faz parte de outra etapa. "Isso depende dos donos. O que a prefeitura poderia fazer é desapropriar o terreno e construir uma praça, por exemplo", sugere. /FÁBIO GRELLET

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