Divulgação
Divulgação

Condomínios residenciais terão rede de vigilância compartilhada

Polícia Militar deve orientar condomínios a se comunicarem por meio de sistema de rádio

Luciano Bottini Filho, O Estado de S. Paulo

06 Fevereiro 2014 | 19h05

SÃO PAULO - A Secretaria de Segurança Pública e o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) lançam na noite desta quinta-feira, 6, uma parceira para um rede de vigilância comunitária entre guardas, porteiros e zeladores de condomínios residenciais da capital. A iniciativa já é feita em alguns edifícios da zona sul, como Itaim Bibi e Vila Olímpia. A ideia é que a Polícia Militar oriente os condomínios a compartilharem um sistema de rádio entre si para alertas sobre atitude suspeitas nas redondezas.

Os chamados "núcleos de proteção" serão formados por grupos de 10 a 15 condomínios. "Esses núcleos funcionam como tribos indígenas, em que cada uma defende seu pedaço", explica o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, Hubert Gebara. Em caso de alguma ameaça, um dos funcionários pode avisar os vizinhos sobre a ocorrência e eles chamarão a polícia.

O sindicato mantem parcerias com a Polícia Militar e a Polícia Civil desde 2004. Pela primeira vez, o novo acordo será feito diretamente com a Secretaria de Segurança Pública.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.