Complica vida de cadeirante

MUDANÇA DE PONTO DE ÔNIBUS

O Estado de S.Paulo

24 Novembro 2012 | 02h02

Utilizo a Linha 1.720/10 - Jardim Guança/Cantareira e, no dia 1.º/11, fui abordada pelos fiscais da linha informando que o ponto localizado na Rua Paranabi, em frente ao Metrô Tucuruvi, mudaria de lugar. A nova parada seria na Avenida Tucuruvi. Mas como ficam as pessoas com mobilidade reduzida? Sou cadeirante, uso a linha diariamente e já briguei várias vezes só para conseguir descer fora do ponto. Pedia para descer na Rua Paranabi, no lado direito do metrô, pois é onde fica o único elevador da estação, e muitos motoristas se recusavam a parar, alegando que os fiscais da SPTrans reclamavam, mesmo com o aviso dentro dos coletivos permitindo portadores de deficiência de descerem fora do ponto. Não entendo essa justificativa dada pela SPTrans de que o motivo é a construção de um shopping. O fluxo dos carros e das linhas de ônibus será o mesmo. Qual o motivo para a alteração do ponto? Peço que repensem nessa mudança, pois vai afetar diretamente a vida de pessoas com restrição de mobilidade.

SANDRA CRISTINA RIBEIRO / SÃO PAULO

A SPTrans informa que as mudanças foram necessárias por causa das obras da construção do Shopping Tucuruvi. Ressalta que, desde o dia 7/11, o itinerário está normal, atendendo inclusive ao ponto localizado na Rua Paranabi, em frente ao Metrô Tucuruvi.

A leitora comenta: De acordo com os fiscais da linha, eles permanecerão atendendo no mesmo ponto, na Rua Paranabi, mas apenas por um mês. Quero saber se essa decisão será definitiva, pois, em caso positivo, continuo questionando como ficará a situação de pessoas como eu, com limitações físicas.

BURLANDO A LEI

Restrição a caminhões

A restrição em relação ao tráfego de caminhões pela cidade parece uma mera formalidade eleitoral. Na Rua Brigadeiro Armando Trompowsky, Jardim Viana, veículos pesados com mais de quatro eixos transitam livremente das 5 às 8 horas, para cortar o bairro com destino à Rodovia Régis Bittencourt, sem serem multados. Esses veículos transitam em alta velocidade e por ruas próximas a colégios. Um perigo ao trânsito local! Será que a CET vai tomar alguma providência?

M. CAROLINA VIANNA

/ SÃO PAULO

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que a Rua Brigadeiro Armando Trompowsky possui restrição ao trânsito de caminhões e é fiscalizada pelos agentes de trânsito. Caminhões que circulam pela via, exceto veículos autorizados, cometem infração média e são punidos por transitarem em local e horário não permitidos. Salienta que a via não possui volume significativo de caminhões. Acrescenta que, sempre que necessário, a população pode acionar a CET pelo 1188 para relatar irregularidades e acionar equipes de fiscalização para o local.

A leitora comenta: Quero saber quais são esses critérios de volume de tráfego significativo e quantas vezes vieram fiscalizar o local e multar esses veículos. Diariamente vejo de 4 a 5 caminhões transitando por essa rua para fugir do rodízio. Além disso, nunca vi nenhum agente da CET multando esses veículos. Acredito que eles deveriam reforçar a fiscalização a partir de agora.

COBRANÇA INDEVIDA

NET não cancela serviço

No dia 30/10 enviei um e-mail para a Coluna reclamando da NET, pois eu havia solicitado o cancelamento do contrato e a empresa continuava emitindo boleto de cobrança. Peço ajuda novamente, pois a NET continua cobrando, mesmo já tendo cancelado o serviço há 4 meses! Acredito que a empresa possa ter agido de má-fé, pois, apesar de estar sem uso, não retirou o equipamento durante todos esses meses da minha antiga residência, fazendo-o só agora. Após reclamação feita no Estadão, recebi uma ligação de um funcionário informando que, a partir daquele momento, o serviço estava cancelado. Mas depois recebi outra carta de cobrança. Todas as vezes que ligo os funcionários dizem que o serviço não estava cancelado, pois havia cobrança em aberto. Não paguei e não vou pagar por um serviço que não tenho.

MÁRCIA CRISTINA P. FELICIAN

/ SÃO PAULO

A NET informa que contatou a cliente e o caso foi esclarecido.

A leitora informa: Não sei se o problema foi mesmo resolvido. Recebi uma ligação informando que o equipamento fora retirado e os boletos seriam desconsiderados. Na última vez em que recebi essa resposta, continuei recebendo ligações da empresa no meu celular quase me intimando a pagar. Eles falam para eu transferir a minha assinatura para terceiros ou para eu falar com o departamento financeiro.

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