''Como acho que piorar não dá, talvez melhore''

Entre as pessoas que trabalham na Faria Lima, há quem critique as novas construções, mas há também quem veja uma oportunidade de conseguir estacionar de forma mais fácil. "Como acho que para piorar o trânsito não dá, talvez melhore e facilite para parar", afirmou o administrador Isaías Rivelli, que havia parado seu automóvel em vaga de Zona Azul. A opinião difere da do taxista Roberto Aires, para quem a tendência é de mais trânsito. "Atualmente, só temos um alívio na hora do almoço. Fora isso, é tudo parado. É prejuízo para os taxistas. Com mais vagas, a atração da região será maior."

Márcio Pinho, O Estado de S.Paulo

24 Março 2011 | 00h00

As opiniões também são divergentes entre os sócios do Pinheiros, que debatem ainda outro tema que suscita polêmica no clube, a interdição de dez das 24 quadras de tênis. Para a aposentada Ruth Cleto, de 83 anos, que vai a pé ao Pinheiros, a construção só traz transtornos. "Estava muito bem antes, não precisava mexer na configuração do clube. Há diferentes opiniões e gente descontente", afirma.

A jogadora de tênis Beatrice Chrystman, de 57 anos, previu que a obra atrapalharia sua preparação para um torneio que disputará na Argentina e decidiu ficar treinando em Porto Alegre, onde participaria de outra competição. Apesar disso, avalia que o contratempo é passageiro e vale para a melhora da estrutura do Pinheiros. O clube não informou se seu estacionamento será de uso exclusivo para sócios.

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