Comércio vê queda de movimento desde agosto

Desde agosto, quando a Prefeitura fechou por quase um mês a Feira da Madrugada para fazer uma varredura na pirataria, os comerciantes reclamam que o movimento nunca mais foi o mesmo. "Espantaram a clientela. Quando eles tiraram o pessoal aqui da frente, aí é que o movimento caiu mesmo. Antes vinha todo mundo para o lado de cá; agora, as pessoas estão espalhadas", diz a vendedora Maria José da Silva, de 57 anos, referindo-se à retirada dos camelôs.

O Estado de S.Paulo

29 Novembro 2011 | 03h04

Alguns comerciantes chegam a contabilizar um prejuízo de 80%, como Vitória Santorsa, de 60 anos, na feirinha há 6. "Não ganhei nada em agosto. Setembro foi horrível e outubro, pior ainda. Agora em novembro o público está começando a voltar, mas vai ser o pior Natal dos últimos tempos", diz.

Um dos rumores que rondam a feirinha atualmente é que a Prefeitura vai fechar de vez o espaço em janeiro. "Tem boatos maldosos vindo de toda parte. Mas a feira vai continuar", diz Manoel Sabino, presidente da Comissão de Comerciantes da Feira. / NATALY COSTA

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