Comércio alega prejuízo de pelo menos R$ 42 mi

A paralisação causou um prejuízo de até R$ 42 milhões ao comércio varejista da Grande São Paulo, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). Segundo a entidade, aquelas compras realizadas "por impulso" e de "consumo imediato", representadas especialmente por refeições, respondem por cerca de 10% do total diário movimentado, de R$ 420 milhões. "E quem não tomou café da manhã nem almoçou fora, naturalmente não vai fazer uma refeição adicional amanhã (hoje)", afirmou, em nota.

O Estado de S.Paulo

24 de maio de 2012 | 03h01

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) também criticou a paralisação. "Além do transtorno físico e psicológico causado, toda a cadeia econômica da maior cidade do País foi afetada pelas ausências e atrasos ocorridos. Os cidadãos foram penalizados com um clima de agressão e um cenário de violência em muitos bairros", disse o presidente, Rogério Amato. "A categoria dos metroviários deveria repensar um movimento assim no cenário atual, pois é de conhecimento público que a sua média salarial é superior a de outras categorias."

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