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Começa reconstituição do duplo assassinato na Oscar Freire

Estudante, que confessou ter assassinado analista de sistema, participa da reconstituição

Elvis Pereira, Jornal da Tarde

09 de setembro de 2011 | 11h39

SÃO PAULO - Começou na tarde desta sexta-feira, 9, a reconstituição do duplo assassinato ocorrido no mês passado em um apartamento na Rua Oscar Freire, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

 

O estudante Lucas Cintra Zanetti Rosseti, de 21 anos, suspeito de ter assassinado a facadas o analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52 anos, e o modelo Murilo Rezende da Silva, de 21 anos, dentro do apartamento de Bozola no mês passado, chegou por volta das 14h15 ao local.

 

Segundo o delegado Mauricio Guimarães Soares, delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), esta é uma fase natural do processo, que terá duas etapas.

 

Primeiro, a policia vai simular o crime com base nas provas que apontam Lucas como assassino do analista de sistema e do modelo. Na outra, haverá simulação da versão apresentada pelo estudante, que teria agido em legitima defesa. "A nossa convicção continua a mesma, de que a versão dele é fantasiosa. Mas é direito constitucional dele falar o que bem entende", explica o delegado. Na reconstituição, o papel das vítimas serão feitos por policiais.

Versão. O advogado de Lucas, Leonardo Borges, afirmou que seu cliente manterá a versão de que seria responsável apenas pela morte do analista. "Temos um material que esclarece de que Lucas está falando a verdade. A defesa vai usar essas cartas na hora certa", afirmou Leonardo. A imprensa não acompanha a simulação, que está sendo feita no 6º andar do Edifício Marcia.

 

Atualizada às 15h

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