Comando diz que há controle

O comandante-geral da Polícia Militar, Benedito Roberto Meira, defende que a terceirização pode ocorrer porque a PM tem condições de exercer um forte controle sobre os trabalhos desses funcionários. No 190, segundo Meira, além dos atendentes, há um setor de supervisão e de despachos. "Cerca de 80% dos chamados do 190 não geram ocorrência policial. Nesse primeiro atendimento, é possível colocar funcionários terceirizados, desde que haja bom controle, supervisão e eles sejam treinados para o serviço."

Bruno Paes Manso, O Estado de S.Paulo

04 Setembro 2013 | 02h12

Meira afirma que a intenção é juntar o 190 aos serviços 193, do Corpo de Bombeiros, e 192, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ainda não existe data para a abertura dos editais, que estão sendo analisados para não incorrer em problemas jurídicos e operacionais quando forem lançados.

Atualmente, pelo telefone, policiais são capazes de orientar casos de saúde relativamente simples, como socorro a crianças engasgadas e ajuda a pessoas com enfarte, por exemplo. Os novos atendentes seriam também treinados para esse tipo de serviço. Na capital, segundo Meira, atualmente trabalham 40 policiais que atendem, em média, 40 mil ligações diárias. O objetivo é chegar a 90 pessoas atuando no serviço.

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