Comandante previu o pior e pediu calma

BASTIDORES: Bruno Paes Manso

O Estado de S.Paulo

15 Junho 2013 | 02h05

Imagens de um policial militar sangrando, quase linchado por manifestantes na passeata de terça-feira, deixou o comandante Benedito Roberto Meira preocupado na véspera dos protestos de quinta. Ele temia o espírito de vingança que poderia atrapalhar o trabalho dos policiais que participariam da passeata. Meira pediu para que todos os comandantes de batalhões que participariam da ação fizessem uma preleção para que seus praças mantivessem a calma. Os receios do comandante-geral acabaram se tornando realidade. O impacto social negativo provocado pelo quebra-quebra dois dias antes e as declarações de indignação dos políticos parecem ter sido dado o aval para a ação. Diante das câmeras, atirando contra jornalistas e pedestres e jogando bombas de gás no meio de motoristas, era como se a tropa não estivesse preocupada com o testemunho de seus excessos.

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