Com pouco recurso, câmpus zona leste da Unifesp deve atrasar

A insuficiência de verbas tem ameaçado a consolidação dos novos câmpus da Unifesp, hoje em sete cidades. Alguns, como o de Guarulhos e o de Osasco, funcionam em estruturas improvisadas, à espera da conclusão dos prédios definitivos. "Vamos dar prioridade a obras já começadas, como as de São José dos Campos e Guarulhos", garante a reitora Soraya Smaili. Isso significa que câmpus em fase inicial, como o da zona leste, podem demorar mais que o previsto.

Victor Vieira, O Estado de S.Paulo

10 Março 2014 | 02h07

Para meados de 2015, a universidade também prevê a conclusão do segundo prédio do Hospital São Paulo, também na Vila Clementino, zona sul. Para a unidade ambulatorial, que deve fazer mais de 800 mil consultas anuais, serão necessários pelo menos R$ 15 milhões.

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