Coleta seletiva

LOGA NÃO ENTREGA CONTÊINER AO CONDOMÍNIO

O Estado de S.Paulo

14 Abril 2012 | 03h02

O meu condomínio adotou o sistema de coleta seletiva após consultar a empresa Loga, responsável pela coleta na região do Jardim Paulista. Mas, apesar de o condomínio solicitar os contêineres de armazenamento de lixo reciclável há 9 meses, não os recebeu até hoje. Por essa razão, o material está sendo armazenado de forma irregular na garagem do prédio. Ligo várias vezes para a empresa cobrando um posicionamento, mas os funcionários só postergam a data da entrega dos contêineres. No último contato, o atendente informou que a verba da Prefeitura destinada à Loga para comprar os contêineres acabou e que, com isso, não há previsão de entrega. Para onde vai o dinheiro do IPTU voltado à coleta de lixo e à manutenção das vias públicas, que estão em estado lastimável?

PAULO RUAS / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal de Serviços, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), informa que está providenciando um novo lote de contêineres para o atendimento dos condomínios participantes do Programa de Coleta Seletiva da capital. Ressalta que o condomínio citado é atendido pelo roteiro de coleta dos materiais recicláveis todos os domingos, às 9h45, em dia e horário diferentes da coleta de lixo domiciliar. Os materiais passíveis de reciclagem podem ser dispostos nesse dia, da mesma forma que os resíduos domésticos.

O leitor argumenta: Quem respondeu não atentou para o teor da reclamação, pois o problema não é a hora e o dia da coleta, dos quais nunca tivemos dúvida, mas a não entrega do contêiner prometido há quase 1 ano.

MÚSICA ALTA EM BAR

Páscoa tumultuada

No feriado de Páscoa, um estabelecimento comercial localizado na Rua 13 de Maio, na Bela Vista, tocou música alta a madrugada inteira, praticamente todas as noites. Solicitei uma vistoria ao Psiu, mas não recebi resposta. Protocolei também um pedido de providências à Ouvidoria-Geral do Município, e não tive retorno. Para fechar com chave de ouro, no domingo 8/4, um veículo com música alta parou em frente ao bar. Liguei no 190 da Polícia Militar e, ao ser atendido, repassaram a ligação para outro setor. Como demoraram para me atender, informei à atendente que o carro já tinha saído do local. Infelizmente, poucas instituições funcionam nessa cidade.

SÉRGIO HIDEKI KANOMATA

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por intermédio do Psiu, informa que, nas últimas vistorias realizadas no local, o estabelecimento se encontrava com ruído dentro dos limites, atendendo à Lei 12.879/99. Além disso, no momento, não consta no banco de dados queixa de barulho para o local citado. Mas, diante da denúncia do sr. Kanomata, o Psiu informa que já agendou outra vistoria para os próximos dias.

O leitor analisa: O problema continua, independentemente das ações tomadas pela subprefeitura. O estabelecimento não possui isolamento acústico. Acredito que os decibéis sejam superiores ao permitido, pois moro no 5.º andar de um edifício e consigo escutar até os comentários do intérprete ao microfone. O bar deve oferecer música ao vivo, mas que apenas seus frequentadores e clientes "desfrutem" dela, não os seus vizinhos.

CALÇADA IRREGULAR

Problema permanece

Em março reclamei à Coluna sobre uma reforma feita no ano passado, para a instalação de uma academia de ginástica na Rua Alvorada, Vila Olímpia. Com essa reforma, a calçada que fica em frente da academia ficou intransitável, pois foi feita uma inclinação muito acentuada para a entrada de veículos. O dono da academia se recusou a reparar a via, alegando que gastara muito com a reforma. Em dezembro contatei a subprefeitura solicitando providências em relação à calçada. Mas já se passaram 4 meses e não recebi resposta alguma.

FERNANDA S. D. CRUZ

/SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que, após vistoria realizada no dia 12/3, foram lavrados auto de multa e de intimação por causa do desnível no passeio público, tendo o proprietário 30 dias para regularizar a calçada. Esclarece que, na mesma data, houve intimação e auto de multa pela falta de licença de funcionamento da academia.

A leitora informa: Após 4 dias do envio da reclamação ao jornal, a subprefeitura realizou uma vistoria no local. Quando solicitei esse mesmo serviço pelo site, no ano passado, não recebi a menor atenção. O prazo de 30 dias terminou e não houve nenhum indício de reparo da calçada/rampa e a academia segue funcionando.

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