Colégio não tem câmeras de monitoramento

Segundo a Assessoria de Imprensa da Escola Adventista de Embu das Artes, onde Miguel estudava, o colégio não tem câmeras de monitoramento, o que poderia ajudar na elucidação do caso. O advogado da escola, Lélio Lellis, diz que não era possível, no fim da tarde de ontem, saber o que havia acontecido na sala de aula.

, O Estado de S.Paulo

30 de setembro de 2010 | 00h00

Lellis afirmou que a direção da escola vai divulgar os fatos assim que tiver as informações sobre o que aconteceu. Segundo o advogado, nunca houve atos de vandalismo dentro da escola. Ele garantiu que o colégio é seguro, mas não informou o número de seguranças responsáveis pela vigilância do prédio.

A Escola Adventista informou, em nota, que "a equipe de professores e funcionários está procurando dar toda atenção e apoio à família da vítima".

A Escola Adventista Embu das Artes faz parte do grupo de Colégios Adventistas do Estado de São Paulo, com por 72 unidades. Em funcionamento há seis anos, a unidade de Embu tem 607 alunos e 47 funcionários.

Em entrevista ao portal G1, o padrinho de Miguel, Hélvio Eduardo Paiva, afirmou que os pais do menino decidiram matriculá-lo em um colégio particular por questões de segurança.

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