Cobrança indevida

COMGÁS

O Estado de S.Paulo

23 de maio de 2012 | 03h05

A Comgás efetuou um reparo na calçada em frente a minha garagem, dada uma solicitação de um vizinho, que estava sentindo cheiro de gás nas imediações. Quando questionei o motivo ao funcionário que fazia o reparo, ele informou que era por causa de uma solda malfeita no ramal pela empreiteira contratada pela Comgás, na época da instalação do sistema de gás de rua. Qual não foi minha surpresa quando, juntamente com as faturas de fornecimento de gás dos meses de janeiro e fevereiro, veio uma cobrança de serviços. Solicitei esclarecimentos à Comgás e, depois de 3 meses sem resposta, um atendente da empresa me retornou dizendo que o valor cobrado não era dos serviços de reparo, mas sim referente ao desligamento e religamento do fornecimento de gás. Mas o que eu tenho a ver com serviços malfeitos pela empreiteira contratada pela Comgás? MARCELO LUIS ZORDAN BERNABE / SÃO PAULO

A Ouvidora da Comgás, Ana Oliveira, informa que foi constatado o cumprimento não procedimental no envio da cobrança de serviços ao endereço do cliente. Assim, foi providenciada a devolução do valor de R$ 75,80 por meio de lançamento de crédito em notas fiscais futuras, até a liquidação total. A Comgás pede desculpas ao sr. Bernabe pelos transtornos causados. Espera ter prestado os esclarecimentos necessários e se coloca à disposição para outras informações.

O leitor analisa: Vou aguardar a devolução do dinheiro. O desagradável desta história é ter de recorrer ao jornal O Estado de S. Paulo para só então a Comgás reconhecer a cobrança indevida. Se não fosse por este motivo, a situação não teria sido resolvida.

ÁREA VERDE

Praça abandonada

Quero denunciar o pouco caso da Subprefeitura Butantã com o trato de suas áreas verdes. A Praça João Batista Tramontano, talvez a maior praça aberta do Jardim Bonfiglioli, está abandonada e virou um lixão a céu aberto - há sacos de sobras de construções, madeiras, caixas, cumbucas de macumba, televisões quebradas e mato. As calçadas sumiram, tomadas pelo matagal. Moradores da região são obrigados a trafegar pela rua. Um mês atrás cortaram um imenso eucalipto na praça e até hoje um grande pedaço do tronco cortado está largado.

MAURÍCIO LIMA / SÃO PAULO

A Subprefeitura Butantã diz que, na semana passada, equipes de manutenção e limpeza realizaram a capina na praça, fazendo serviço de poda e a retirada de galhos.

O leitor relata: Realmente no início da semana passada uma equipe da Prefeitura capinou o mato. Mas dei uma volta no quarteirão da praça e percebi que estão deixando para trás o lixo de toda natureza jogado na praça. Vamos aguardar o fim do trabalho e ver se eles o removem.

BILHETE ÚNICO - METRÔ

Dúvidas quanto à recarga

Tenho o Cartão Fidelidade do Metrô e fiz uma recarga para 50 viagens no dia 28/1/2012. Anotei todas as viagens realizadas com o bilhete e descobri que foram creditadas apenas 42 viagens. Liguei na Ouvidoria do Metrô e a resposta confirmou que eu utilizara 50 viagens. Tenho todas as anotações e não usei as 50 passagens! O Metrô deve corrigir esse erro e me ressarcir. Será que outros usuários que não controlam suas viagens não estão sendo enganados também? FRANCISCO EDIVAL NOGUEIRA DE ALBUQUERQUE / SÃO PAULO

O Metrô informa que o Cartão Fidelidade do leitor foi recarregado em 28/1/2012 com R$ 145, valor equivalente a 50 viagens de metrô ou trem metropolitano, e que todas essas viagens foram utilizadas. A SPtrans, gerenciadora do Sistema Bilhete Único, tem o extrato das 50 utilizações, com data, horário e a estação de embarque.

O leitor contesta: Gostaria que eles explicassem como conseguem fornecer tal resposta, se eu marquei os dias e a quantidade de vezes que usei o cartão? Constatei que foram 42 viagens. O Metrô acha que eu estaria perdendo tempo e me desgastando para cobrar o que não é devido? Continuarei reivindicando a devolução do valor referente às oito passagens que não me foram creditadas.

RUAS DA CIDADE

Pavimentação precária

É incrível que a baixa qualidade da pavimentação em São Paulo se mantenha. Nada justifica os gastos infindáveis com tapa-buracos (e crateras). Basta ver o que fazem as concessionárias das estradas paulistas para notar a gritante diferença. Será tudo uma questão de bom negócio?

ANDRÉ C. FROHNKNECHT

/ SÃO PAULO

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