Cobrança em duplicidade

TAM - VOO CANCELADO

O Estado de S.Paulo

29 de maio de 2012 | 03h05

No dia 16/2/2012 comprei na TAM três passagens para o Maranhão. O voo de ida, porém, teve alteração de horário e, conforme previsto em contrato, o cliente tem direito a reembolso de 100% do valor pago. No dia 10/3/2012 fui a uma loja TAM para cancelar o voo anterior e efetuar a compra de uma nova passagem. Fiz todo o procedimento, mas na fatura do cartão de crédito dos últimos dois meses aparecem duas cobranças. Ou seja, estou pagando seis passagens em vez de três. A TAM, além de não reembolsar o valor pago da primeira vez, está me cobrando duas vezes - a segunda cobrança por algo que eu cancelei em março. Em maio fui novamente à loja para reclamar, o atendente me deu total razão e enviou mensagem à Ouvidoria. Mesmo assim, os descontos continuam vindo na fatura.

SOLANGE RIGOTTI MONTEIRO ROCHA / SÃO PAULO

A TAM diz que entrou em contato com a leitora para informá-la de que, de acordo com registros da companhia, o reembolso dos bilhetes foi efetuado em 20/3. Entretanto, houve a cobrança das taxas administrativas pelo reembolso das passagens. Como houve alteração do horário de voo por parte da TAM, o reembolso deveria ter sido realizado de forma integral. Sendo assim, o reembolso das taxas anteriormente cobradas foi providenciado em 22/5.

A leitora relata: Em 24/5 recebi e-mail da TAM dizendo que o reembolso seria feito nas próximas faturas, mas acabei de imprimir a fatura programada para vencer em 17/6 e a cobrança em duplicidade continua. Só na próximas faturas saberei se o reembolso foi feito. Tenho o e-mail da TAM guardado como prova.

RISCO DE DENGUE

Toldo de loja acumula água

Na Rua França Pinto, 774, na Vila Mariana, há uma loja de móveis usados que possui um toldo na fachada. Toda vez que chove, formam-se poças que demoram semanas para desaparecer, tornando-se potenciais criadouros do mosquito da dengue. Dois fatores somam-se para tornar essa situação delicada: o responsável pela loja não toma nenhuma providência e a rua não recebe, desde o ano passado, a visita dos encarregados da fiscalização antidengue.

ANNATERESA FABRIS

/ SÃO PAULO

A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) diz que, em 21/5, uma equipe de combate à dengue foi ao local citado pela leitora. O responsável pelo estabelecimento recebeu os profissionais e, na inspeção, não foram encontrados criadouros do mosquito Aedes aegypti. O toldo da loja estava seco, mas, ainda assim, o responsável recebeu todas as orientações necessárias para prevenir os focos da dengue. Para tirar alguma dúvida ou fazer reclamação, deve-se ligar para o número 156.

A leitora discorda: É estranha a resposta da Covisa. As poças continuam evidentes no toldo e posso vê-las todos os dias da janela de meu escritório. Se foram dadas orientações ao responsável pela loja, elas não foram levadas em conta ou foram mal compreendidas, pois a chuva da madrugada de 25/5 ampliou as poças já existentes.

ALTO DA LAPA

Via de mão dupla e estreita

Faz alguns meses que foi feito o recapeamento no asfalto da Rua Dr. José Elias, no Alto da Lapa, e, quando pintaram a faixa dupla central e colocaram os obstáculos, não a fizeram no centro como era anteriormente. Essa rua tem mão dupla e um fluxo muito grande de ônibus, ambulâncias, caminhões e carros, que passam nos dois sentidos ao mesmo tempo. Como esses veículos não cabem no espaço da rua, são obrigados a passar para o outro lado da faixa e trafegar sobre os obstáculos, o que causa danos nos pneus e trepidação nos ônibus. Os espelhos de carros estacionados são muitas vezes danificados por causa da falta de espaço.

MARIA JOSÉ SANTINI

/ SÃO PAULO

A CET esclarece que a Rua Dr. José Elias está balizada com faixa dupla amarela, segundo o Código de Trânsito Brasileiro e os manuais de sinalização da CET. Nessa rua é proibido estacionar no lado mais estreito da faixa dupla amarela (3,60 metros). No outro sentido, a via é mais larga para permitir a ultrapassagem dos veículos, por causa dos ônibus parados no ponto. Por isso, diz-se favorável à manutenção das características viárias atuais.

A leitora critica: A CET precisaria visitar a rua e observar o que ocorre. Como há caros estacionados do lado esquerdo no sentido Lapa, os ônibus não cabem no espaço da rua e são obrigados a ultrapassar para o lado proibido. Posso fotografar o local para comprovar o que foi descrito.

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