CNJ arquivou 4 representações contra Patrícia

A corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, afirmou que quatro representações contra a juíza Patrícia Acioli foram protocoladas no passado no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle externo do Judiciário. Nas representações, a magistrada era acusada de abuso de poder. No entanto, as queixas foram arquivadas porque eram "imotivadas". "Essas representações são comuns a todos os juízes que agem de uma forma mais rigorosa", afirmou.

, O Estado de S.Paulo

13 de agosto de 2011 | 00h00

"Há meses, verificamos que o PCC (Primeiro Comando da Capital) havia formulado na Corregedoria nada menos do que 40 representações contra uma juíza. Os próprios bandidos fazem representação ao Conselho dos Magistrados", disse.

Eliana Calmon afirmou ainda que a Corregedoria tem recebido e atendido pedidos de magistrados ameaçados que não conseguiram segurança. Ela citou o caso de uma juíza de Pernambuco que sofreu ameaças após julgar processos envolvendo grupos de extermínio.

Após a morte em Niterói, Eliana pediu informações diretamente ao Tribunal de Justiça do Rio. Ela foi informada que 13 magistrados, incluindo sete desembargadores, estão com proteção especial, por causa de ameaças. O caso de Patrícia não foi detalhado.

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