Cinco pessoas permanecem internadas por causa de explosão em academia

Ninguém corre risco de morte; acidente em São Bernardo do Campo deixou dois mortos e nove feridos na manhã de sábado, 17

Mônica Reolom, O Estado de S. Paulo

18 Maio 2014 | 14h43

Cinco pessoas permaneciam internadas neste domingo, 18, após sofrerem ferimentos na explosão em uma academia em são Bernardo do Campo, no ABC paulista, no sábado. Nenhum deles corre risco de morte. No total, dois morreram e nove ficaram feridas no acidente.

A Prefeitura da cidade informou no início da tarde que três pessoas que foram internadas no Hospital Anchieta, na zona sul da capital paulista, acabaram sendo transferidas para outros hospitais.

Um homem foi para o Pronto-Socorro Central e deveria passar por uma cirurgia de fratura de fêmur neste domingo. Já uma mulher que teve fratura exposta no joelho foi transferida, ainda no sábado, para o Hospital das Clínicas de São Bernardo, onde passou por cirurgia. Neste domingo, ela ainda faria intervenção para ligamento de tendões.

Um terceiro homem foi transferido para um hospital particular de seu convênio médico e não há informações sobre o seu estado de saúde.

Já as três pessoas da mesma família - o marido, a mulher e o filho de 2 anos - que foram encaminhados ao Hospital Brasil, em Santo André, estavam estáveis e não corriam perigo, segundo a assessoria da entidade.

Acidente. A explosão que teria sido provocada por vazamento de gás aconteceu por volta das 11h, na Rua Miragaia, no bairro Pauliceia. O imóvel, que tinha dois andares, ficou destruído. Dois carros também foram danificados com a queda da parede frontal do prédio.

O Corpo de Bombeiros enviou 14 viaturas para o local, além de cães farejadores que auxiliaram nos trabalhos de resgate. "Pelo deslocamento que houve nas lajes do interior da piscina, com certeza houve uma explosão por causa do vazamento de gás. Quando chegamos, havia um cheiro muito forte no ar", afirmou o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Roberto Alboredo Sobrinho, que estava no comando da operação. "Muito provavelmente, esse gás alimentava as caldeiras que aqueciam as piscinas", disse. A perícia ainda vai indicar os motivos da explosão.

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