Cinco perguntas para José Júnior, fundador do AfroReggae

1. O que aconteceu?

O Estado de S.Paulo

12 Novembro 2011 | 03h01

Ainda não sabemos muita coisa e estamos levantando tudo com ajuda da polícia.

2. A Tânia vinha sofrendo ameaça?

Zero de ameaça. Ela não havia nos comunicado nenhum tipo de pressão por causa do trabalho.

3. O que pode ter ocorrido?

Pelo que estamos levantando, está ficando cada vez mais claro para mim que a morte está relacionada a problemas pessoais da Tânia. Não estava ligada ao trabalho que ela fazia nas comunidades.

4. Por que?

Ela era uma pessoa muito respeitada pelas diferentes facções, alguém que inspirava confiança tanto na comunidade como nas lideranças do tráfico.

5.Há quanto tempo ela estava no AfroReggae?

Há sete anos. Era mediadora de conflitos e teve um papel importante na pacificação das disputas entre grupos de Vigário Geral e vizinhanças.

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