Cinco perguntas para...

Alan Souza

/BRUNO RIBEIRO, O Estado de S.Paulo

12 de dezembro de 2012 | 02h05

1. Como você virou barman? Comecei trabalhando no Hotel Sheraton do Rio de Janeiro. De lá, trabalhei em cruzeiros e, depois, no Fasano do Rio.

2. E você já havia participado de campeonatos de coquetel? Sim, no ano passado. Mas estourei o tempo, me confundi com algumas coisas. Neste ano, foquei bastante nas regras do campeonato.

3. O coquetel vencedor foi batizado de Joia Rara e inspirado no filme Comer, Rezar, Amar. Como ele foi feito? Fiz uma bebida com frutas, usando fogo em diferentes temperaturas até gostar. Aí, fui fazendo testes com todos os sabores de vodca. Fui provando até achar o ideal, com um sabor mais clássico.

4. O paulistano tem um gosto específico para coquetéis? Durante muito tempo, as pessoas tomavam drinques puxados para o lado da fruta, cítrico. As pessoas, agora, têm viajado mais, e São Paulo é essa grande mistura. As pessoas estão gostando mais dos drinques clássicos, como fiz com o Joia Rara.

5. O que um barman precisa ter para ser bom? Adoro o que faço. Adoro ver o cliente bebendo tudo, gostar logo no primeiro gole. É a melhor gratificação que o bartender pode receber. Na competição, tem aquela pressão, é diferente. Mas, no dia a dia, é uma profissão muito boa.

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