Cinco perguntas para...

Rodrigo de Souza Queiroz

/ DENIZE GUEDES, O Estado de S.Paulo

03 Outubro 2012 | 03h02

1. Estudo recente da APPM detectou a disposição do paulistano em mudar da capital por trabalho. Qual o resultado? Entrevistamos mil pessoas de diferentes faixas etárias, a partir de 16 anos, na Grande São Paulo: 45% disseram que mudariam e 39%, não.

2.Quase a metade mudaria. Por quê? O principal motivo é a qualidade de vida, com 34%, seguida por crescer na carreira (18%) e ter um melhor salário (14%).

3. As pessoas querem 'fugir' de São Paulo? Nem tanto. É considerável que 39% tenham dito que não mudariam. Vai contra aquele pessimismo de que São Paulo é um horror, com muito trânsito. A metrópole tem problemas, mas oferece muito em infraestrutura e serviços. E quando perguntamos se a pessoa mudaria sem a família, 67% disseram não.

4. Há diferenças entre os gêneros? Sim, 61% dos homens ficariam na capital e, entre as mulheres, 73%.

5.A APPM tem outros estudos sobre a capital? Temos um chamado A Cara de São Paulo, que identifica ícones da cidade. À época (2009), achávamos que a via escolhida poderia ser a Ponte Estaiada (Octavio Frias de Oliveira, na zona sul). Mas deu Avenida Paulista - o mesmo que em 1998. Ícones demoram a se renovar. Outro estudo será feito até 2020.

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