/ CAMILA BRUNELLI e DENIZE GUEDES, O Estado de S.Paulo

13 de junho de 2012 | 03h05

1. Com quais tipos de diversidade o IBD trabalha? Principalmente de gênero, de orientação sexual e étnico-racial.

2. No domingo, São Paulo recebeu a 16.ª Parada do Orgulho LGBT. O que mudou desde a primeira? Muito. Hoje pais, avós e crianças acompanham o parente homossexual na parada, dão apoio. Antes, quando ainda se usava a sigla GLS (gays, lésbicas e simpatizantes), o S era usado por alguns de modo pejorativo, como suspeito, por exemplo.

3.Por outro lado, crescem casos de intolerância, como os ataques a gays na região da Avenida Paulista? Sim, mas em São Paulo é forte a cultura de repressão e repúdio a esses atos. Já no Nordeste e no Norte, ainda há muito preconceito, nas próprias famílias e instituições.

4. Na questão racial, o Brasil acumula avanços? Sem dúvida. Há toda a questão das cotas raciais nas universidades, que o Supremo (Tribunal Federal) considerou constitucional em abril. Mas ainda espantam casos como o da angolana morta por brasileiros (em maio, após briga em bar no centro de São Paulo).

5. Por que a diversidade é importante? Empresas que trabalham bem com as diferenças têm melhor desempenho. A diversidade é fator de sustentabilidade moral. Sua ausência cria desequilíbrio.

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