Cinco perguntas para...

José Eduardo Bevilacqua, ASSESSOR DE TECNOLOGIA, QUALIDADE E AVALIAÇÃO AMBIENTAL DA CETESB

Nataly Costa, O Estado de S.Paulo

09 Fevereiro 2011 | 00h00

1. Como é medida a balneabilidade das praias de São Paulo?

Coletamos mostras em vários pontos das praias, que são escolhidas de acordo com o número de banhistas que as frequentam. Se tiver uma alta formação de coliformes fecais (mais de 800 unidades por 100 ml) e interococos (mais de 100 unidades por 100 ml) é considerada imprópria para banho.

2. Que fatores alteram a balneabilidade de uma praia?

A proximidade com sistema de esgoto, a quantidade de pessoas que frequentam aquela praia, a incidência de chuva e até a forma da praia - as enseadas e baías, por serem mais fechadas, têm mais tendência a concentrar micro-organismos.

3. Com qual frequência é feita essa medição?

Semanalmente em 162 pontos, 86 no litoral norte e 76 na Baixada Santista e litoral sul.

4. Uma mesma praia pode ter trechos próprios e impróprios para banho? Sim.

A extensão da praia pode dar resultados diferentes na medição. Um trecho da Praia da Enseada, no Guarujá, por exemplo, pode ter balneabilidade diferente de outro.

5.Como saber se a praia que eu frequento é imprópria para banho?

Acompanhando os boletins da Cetesb no www.cetesb.sp.gov.br/Qualidade-da-Praia. É bom evitar tomar banho de mar 24h após a chuva.

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