Cinco perguntas para...

Cinco perguntas para...

Diana Dantas, O Estado de S.Paulo

27 de outubro de 2010 | 00h00

Washington Cinel

1. Por que começou essa onda de assaltos a shoppings? Os shoppings têm uma concentração maior de lojas de grande valor agregado. Fica muito fácil fazer um planejamento de assalto. Hoje, a economia está mais forte, tem mais publicidade, chama mais atenção. Você entra em um shopping e está tudo exposto.

2. Como inibir essas ações, de forma imediata? Depende do plano de segurança de cada shopping. Os criminosos procuram os mais fáceis de entrar. Por isso, a primeira atitude a ser tomada é revisar o planejamento de segurança, avaliar os pontos vulneráveis, como monitoramento e controle de acesso. Por isso, o plano precisa ser revisto imediatamente.

3. O que o senhor acha das propostas de parceria da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping feitas para a Secretaria Estadual da Segurança? A parceria seria uma conjugação no pós-crime, a comunicação com as autoridades das medidas tomadas após o fato. Tudo dentro dos parâmetros da lei.

4. Uma das propostas é a criação de uma delegacia especializada em delitos de varejo. Faria diferença? Principalmente no varejo, que é um segmento que engloba toda o comércio, ajudaria muito.

5.A onda de assaltos vai continuar? Acho que não, porque as medidas estão sendo tomadas.

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