Sérgio Castro/Estadão
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Chuva faz nível de Cantareira, Alto Tietê e outros 3 sistemas subir

Principal manancial de São Paulo opera com 17,7% da capacidade; só o Rio Claro não registra alta do volume de água armazenada

Juliana Diógenes, O Estado de S. Paulo

18 Novembro 2015 | 10h31

SÃO PAULO - Com a chuva das últimas 24 horas, cinco sistemas hídricos de São Paulo registraram aumento no nível de água, segundo relatório da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) desta quarta-feira, 18. O único que apresentou queda foi o Rio Claro, embora tenha chovido na região. O Sistema Cantareira, principal sistema hídrico de São Paulo, acumulou o maior volume pluviométrico (26,3 milímetros), e Rio Grande teve o maior aumento porcentual.

Responsável por abastecer 5,2 milhões de pessoas, o Cantareira registrou aumento de 0,2 ponto porcentual e opera com 17,7% ante 17,5% do dia anterior. Os porcentuais consideram duas cotas de volume morte, adicionadas no ano passado.

O crescimento do Cantareira se repetiu no índice negativo (de -11,7% para -11,5%), que passou a ser divulgado após decisão judicial. Na terceira medição, o manancial subiu 0,1 ponto porcentual, passando para 13,6%.

Outros mananciais. Embora tenha chovido 13,6 milímetros no Rio Claro, o nível dos reservatórios caiu 0,2 ponto porcentual e chegou a 56,9%.

O Alto Tietê, que atravessa crise severa, ganhou 25,4 milímetros de chuva e opera com 15,1% da capacidade, 0,1 ponto a mais do que no dia anterior. O índice leva em conta uma cota de volume morto, adicionada no ano passado.

Atual responsável por abastecer o maior número de pessoas na região metropolitana (5,8 milhões), o Guarapiranga apresentou aumento de 0,5 ponto porcentual, passando para 87,5%. 

Já no Alto Cotia, houve crescimento de 0,1 ponto porcentual nas últimas 24 horas, e o sistema opera com 72,4%. Já o Rio Grande, que registrou pluviometria de 16 milímetros e crescimento de 0,9 ponto porcentual, funciona com 94,2% ante 93,3% no dia anterior.

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