MARIVALDO OLIVEIRA/ESTADÃO
MARIVALDO OLIVEIRA/ESTADÃO

Chuva e acidentes deixam trânsito meia hora mais lento nos acessos a São Paulo

Ocorrências em pistas molhadas provocam congestionamentos acima da média após horário de pico

Bibiana Borba, O Estado de S.Paulo

05 Maio 2017 | 10h34

SÃO PAULO - Os principais caminhos de acesso à capital paulista têm congestionamentos mais extensos do que o normal no final da manhã desta sexta-feira, 5, em razão de acidentes e da chuva que atinge toda a região metropolitana. Mesmo após o final do horário de pico da manhã, os trajetos pelas rodovias que ligam a São Paulo levam cerca de 30 minutos a mais do que a média para o horário, conforme os cálculos do aplicativo Waze.

No perímetro urbano, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registra 162 quilômetros de engarrafamentos às 10h30, do total de 868 quilômetros de vias. O recorde para o período da manhã, em 2017, foi de 201 quilômetros, registrado em dia de paralisação do transporte público, em março.

O ponto mais complicado é o lado oeste da Marginal do Tietê, que acumula o trânsito das Rodovias Castelo Branco, dos Bandeirantes e Anhanguera. Um acidente entre um caminhão e um carro na Marginal, por volta das 8 horas, carregou ainda mais o sentido Rodovia Ayrton Senna da via e o sentido capital das rodovias. Um atropelamento com morte na Castelo também prolongou as filas na região de Osasco.

Já na Marginal do Pinheiros, todas as pistas no sentido da zona sul da cidade têm trânsito lento, por causa de um acidente entre carro e moto na Ponte Engenheiro Ary Torres, próxima ao Shopping Cidade Jardim.

Na entrada da cidade pela zona leste, a Rodovia Ayrton Senna tem lentidão também atípica, desde o início do dia. A Presidente Dutra é a melhor alternativa, com retenção apenas no trecho de acesso à Marginal do Tietê. Ainda, na zona sul de São Paulo, as Avenidas das Nações Unidas e Washington Luís acumulam filas com velocidade reduzida no sentido norte.

No transporte público, a Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo tem velocidade reduzida por causa do acúmulo de água nos trilhos de superfície. Não há ourtos registros de problemas no metrô ou na rede da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

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