Chuva coloca em atenção cidades da região de Campinas

Chuvas desse final de semana alagaram bairros e colocaram pelo menos sete cidades em alerta

Ricardo Brandt, O Estado de S. Paulo

14 Janeiro 2013 | 13h19

CAMPINAS - As chuvas deste final de semana alagaram bairros e colocaram pelo menos sete cidades da região de Campinas em estado de atenção. Em Capivari, quatro bairros foram alagados neste domingo, 13, com o aumento do volume do Rio Capivari, dos 80 centímetros para 2,70 metros. No Circuito das Águas a maioria das cidades está em atenção, após o grande volume de chuvas. Em Piracicaba, o rio também está cheio e próximo do limite.

Em Capivari, cidade que em todo ano enfrenta problemas de alagamentos, a Defesa Civil registrou entre domingo e esta segunda-feira, 14, 15 famílias desalojadas e 13 desabrigadas pela alta do rio. No ginásio municipal, 26 estão abrigadas por causa da enchente. Nesta segunda-feira, 14, parou de chover pela manhã, mas a previsão é de novos temporais até quinta-feira.

Entraram em estado de atenção também depois das chuvas do final de semana Águas de Lindóia, Amparo, Itapira, Lindóia, Serra Negra, Socorro e Valinhos. O diretor da Defesa Civil Regional, Sidnei Furtado, informou que o volume acumulado de chuva nas últimas 72 horas é alto e pode provocar deslizamentos.

Em Itapira, três bairros ficaram alagados pelo maior volume de chuvas registrados na cidade desde que começou a ser feita a medição. O nível do Ribeirão da Penha começou a diminuir na manhã desta segunda-feira, mas ainda estava acima do normal.

Outras 24 cidades da região estão em estado de observação: Americana, Artur Nogueira, Atibaia, Bragança Paulista, Campinas, Cosmópolis, Engenheiro Coelho, Holambra, Hortolândia, Indaiatuba, Itatiba, Jaguariúna, Limeira, Monte Mor, Nazaré Paulista, Nova Odessa, Paulínia, Pedreira, Piracaia, Rio Claro, Santa Bárbara d´Oeste, Santo Antônio de Posse, Sumaré e Vinhedo.

Rio Piracicaba

Em Piracicaba, o nível do rio chegou a 3,9 metros e a Defesa Civil está em atenção para riscos de transbordamentos e alagamentos de áreas ribeirinhas. Segundo o órgão, o Rio Piracicaba começa a trazer problemas quando ultrapassa o nível de 4,2 metros.

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