Hélvio Romero/Estadão
Hélvio Romero/Estadão

'Choveu em 6 horas o que não chove em um mês. O pior teste foi este', diz Doria

Em seis horas, a cidade registrou 75 milímetros de chuva entre às 22h de quinta-feira, 6, e às 4h de sexta; volume é maior que a média prevista para o mês inteiro

Juliana Diógenes, O Estado de S.Paulo

08 Abril 2017 | 09h56

O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) disse neste sábado, 8, que a chuva que atingiu a capital paulista na madrugada de sexta-feira foi "o pior teste". Doria reconheceu que a chuva, com duração de 6 horas, causou transtornos na cidade e prejudicou muitas pessoas. Segundo ele, a Prefeitura montou uma sala de crise que acompanhou desde 4 horas da manhã os desdobramentos do temporal. 

Nesta sexta, São Paulo teve congestionamento 90% maior que a média. A chuva forte e concentrada em pouco tempo fez com que córregos e rios transbordassem, como o rio Tietê, na altura da ponte do Piqueri, o rio Verde, na zona leste, o córrego do Mandaqui e o córrego Perus. 

"Foi a pior chuva em seis horas que São Paulo já recebeu na sua história. Choveu nessas seis horas o que não chove em um mês. Realmente, o pior teste foi teste. Provocou distúrbios na cidade, atrapalhou muita gente, prejudicou muita gente. Felizmente, não tivemos, pelo menos não temos, notícia de nenhuma morte", diz. 

Em seis horas, a cidade registrou 75 milímetros de chuva entre às 22h de quinta-feira, 6, e às 4h de sexta. O volume é maior do que a média prevista para o mês de abril inteiro, que é de 70 mílimetros, de acordo com o Instituto Nacional de Metereologia (Inmet). O temporal provocou alagamentos em vários pontos de São Paulo, ocasionando congestionamentos.

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