Cheia de curvas, opção atrasa viagem em 1h

Enquanto a nova alça não é aberta, os motoristas que saem do Rodoanel para a Régis Bittencourt usam o acesso antigo, da época em que só existia o Trecho Oeste. É uma ligação cheia de curvas, feita em baixa velocidade, que provoca congestionamentos no Rodoanel e na Régis, além de riscos de acidentes.

Renato Machado, O Estado de S.Paulo

26 Julho 2011 | 00h00

"A solução de engenharia (a nova ligação) foi equivocada, porque cai na pista expressa da Régis. Mas fechada também provoca transtornos e a entrada da cidade fica bem complicada a partir das 16 horas", diz o prefeito de Embu, Chico Brito (PT).

Os moradores e pessoas que trabalham no Bairro Vista Alegre reclamam que chegam a levar até uma hora para percorrer o trecho entre o fim do acesso do Rodoanel até a entrada da cidade. "As pessoas esperam que vai melhorar com a abertura da nova ponte, mas por enquanto é um trânsito para todo mundo que chega na cidade", disse Cleildso Rodrigues Vanderlei, que trabalha na Avenida Hélio Ossamu Daikuara - chamada de "Marginalzinha da Régis".

Um dos principais problemas é um "X" que acontece logo na saída do acesso. Os caminhões e veículos que vão seguir para o Sul do País tentam ir para as pistas da esquerda da Régis Bittencourt. Por outro lado, os veículos que vêm pela Régis para Embu precisam ir para a faixa da direita logo após o acesso.

"Os pontos de ônibus precisaram ser colocados mais para a frente, porque existia risco de acidentes, uma vez que eles precisam parar do lado direito", disse o prefeito Chico Brito.

A empresária Aparecida da Cruz Benotti, que conta com um estabelecimento ao lado da Régis, afirma que já presenciou diversos acidentes na região. "Tem acidente quase todo dia. Eu mesma estava dentro de um ônibus que por pouco não bate em uma carreta por causa desse "X" que eles fazem."

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