'Chama o Selton!'

Bandoleiras

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

24 Março 2012 | 03h07

O fetiche despertado pela notícia de uma gangue de louras interceptada pela polícia de SP deflagrou uma verdadeira guerra suja nos bastidores das revistas masculinas. Tem diretor de redação oferecendo até habeas corpus pela exclusividade de um ensaio nu.

Só dá ele!

Se inveja matasse, o presidente Sarkozy seria o primeiro a chegar ao velório da chanceler alemã Angela Merkel, que até outro dia era a figura política mais incensada na União Europeia, coitada!

Calma!

Ninguém precisa se preocupar com a notícia sobre o avião que soltou uns parafusos da asa em pleno voo da ponte aérea Rio-São Paulo. Como diz o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o brasileiro tem "um jeito próprio" de fazer as coisas.

Gauchada

Entreouvido na antessala do gabinete do deputado Marco Maia, que assume amanhã o exercício da Presidência da República: "Não tem homem na base aliada pra fazer comigo o que andam fazendo com a Dilma!" A conferir!

O maior!

Quantas vezes na vida Chico Anysio te fez rir? Qualquer outro humorista se satisfaria com a décima parte disso! Bom descanso!

Bolinha são os outros

Com entrada proibida a mulheres, o primeiro hotel gay masculino de São Paulo já ganhou apelido entre os torcedores do Corinthians (ô, raça!): Clube do Boiolinha.

Dilma Rousseff teve bons motivos para se reunir a portas fechadas com o ator Selton Mello em Brasília. Naquele mesmo dia, a presidente já havia debatido a desoneração de tributos com meio PIB brasileiro. Amanhã, ela terá de aturar o ministro Aldo Rebelo daqui até a Índia reclamando da Fifa. De vez em quando, todo mundo - presidente da República ou não - precisa de alguém como o Selton Mello pra jogar conversa fora!

Foi, salvo engano, a primeira vez que Dilma esteve com um artista que não lhe pediu a cabeça da ministra da Cultura. Selton Mello nem citou o nome da irmã do Chico! Falaram qualquer coisa genérica sobre O Palhaço, filme que ele foi apresentar no Cine Planalto, e vida que segue.

À saída, a visita justificou aos jornalistas a falta de assuntos cabeludos no encontro: "A presidenta tem muita coisa pra fazer!"

Quase sempre coisa chata! Mesmo ontem, quando já não havia em Brasília praticamente ninguém da base aliada para aporrinhar, foi preciso inventar alguma coisa pra dizer ao presidente da República do Benin, Boni Yayi, que às 11h30 aguardava a colega sentadinho na antessala de seu gabinete no Planalto.

Quem dera o Selton Mello aparecesse mais vezes por lá, né?

Cheio de si

Presidente da comissão de notáveis criada pelo Senado para discutir a questão do Pacto

Federativo, o ex-ministro Nelson Jobim

fixou em 1,90m a altura máxima dos membros da confraria. Não quer ninguém maior do que ele na parada!

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.