Cetesb compara contaminação ao caso Barão de Mauá

A Cetesb comparou a situação do Shopping Center Norte à do Condomínio Barão de Mauá, construído sobre uma área contaminada por gases tóxicos e cancerígenos em Mauá, na Grande São Paulo. Na quarta-feira, o órgão estadual recomendou a saída dos moradores dos 11 edifícios.

Diego Zanchetta, O Estado de S.Paulo

17 de setembro de 2011 | 00h00

O terreno era usado como depósito de resíduos industriais da Cofap, fabricante de amortecedores. A prefeitura de Mauá estima que 1,4 mil dos 5 mil moradores do local vivem em área com grande concentração de substâncias tóxicas. O caso foi descoberto em 2001, após uma explosão que matou uma pessoa.

Elton Gloeden, gerente da Cetesb, também apontou a Vila Carioca, na zona sul da capital, como caso crítico. No bairro, com cerca de 7 mil moradores, havia uma fábrica de pesticidas da Shell. Em 2006, um relatório da Prefeitura apontou que 73 moradores foram contaminados por DDE, um subproduto do pesticida DDT, proibido em 1985.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.