Cedae começa a ressarcir vítimas de rompimento de adutora no Rio

Acidente de terça-feira, 27, em Campo Grande, na zona oeste da cidade, matou uma criança e deixou o bairro alagado

Clarice Cudischevitch, O Estado de S. Paulo

02 de agosto de 2013 | 12h49

Rio - A Companhia Estadual de Água e Esgoto (Cedae) começou a ressarcir as vítimas do rompimento de uma adutora de água em Campo Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, 2. Desde as 10h, representantes da empresa estão na loja das Casas Bahia de um shopping da região recebendo moradores desalojados por conta do acidente da última terça-feira, 30. A ruptura da tubulação fez jorrar um jato de água de alta pressão sobre o bairro, que matou uma criança de 3 anos e alagou a área.

Segundo nota da Cedae, os moradores escolherão novos bens em lojas, acompanhados de funcionários do setor de segurança patrimonial, com os custos pagos pela companhia.

A empresa pede que os moradores não se desfaçam dos bens danificados para facilitar a identificação dos prejuízos. A Cedae afirma que também está custeando despesas como remédios, produtos de higiene pessoal e material escolar para todas as famílias desabrigadas.

No total, 230 pessoas de 86 famílias ficaram desabrigadas, mas apenas 98 pessoas de 24 famílias estão hospedadas no hotel Hotelon, em Campo Grande, desde terça-feira - as demais preferiram ficar nas casas de parentes. Psicólogos e assistentes sociais atendem as vítimas.

De acordo com nota da Cedae divulgada no final da tarde de quinta-feira, a Defesa Civil identificou 48 casas atingidas de alguma forma pelo vazamento. Destas, 13 foram condenadas e demolidas pela companhia estadual.

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