Caso mobiliza até policiais que estavam de férias

A procura pelos assassinos do garoto Brayan mobilizou até policiais que estavam de férias. Dois investigadores do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) abriram mão do descanso para tentar encontrar os criminosos.

O Estado de S.Paulo

29 Junho 2013 | 02h10

A polícia trabalha com a hipótese de que o crime tenha sido cometido por vizinhos do boliviano, já que os bandidos esconderam o rosto com máscaras, embora o sobrado não tivesse câmeras de segurança. Não é descartada a hipótese de que o crime tenha sido motivado por algum tipo de vingança.

Investigadores passaram o dia atrás de pistas e de informações passadas pelo Disque-Denúncia. Além dos policiais do Deic, investigadores do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e da 8.ª Seccional, responsável por parte da zona leste, trabalham no caso.

Prioridade. O esclarecimento da morte do menino foi definido como "prioridade absoluta" pelo secretário estadual da Segurança Pública, Fernando Grella Vieira. Ele comparou a crueldade do caso ao assassinato da dentista Cinthya Moutinho de Souza, que foi queimada viva em seu consultório em São Bernardo do Campo, no ABC, em 25 de abril.

"Estamos todos indignados com esse crime cruel. A polícia está toda empenhada em descobrir quem foram os criminosos. Vamos buscar esclarecer este crime o mais rápido possível", afirmou Grella.

Segundo ele, o sucesso da investigação vai depender de um trabalho de campo eficiente, já que a falta de câmeras e testemunhas poderia dificultar o trabalho. / TIAGO DANTAS

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