Caso Joaquim: mãe deve ser inocentada

A Polícia Civil de Ribeirão Preto vai finalizar nesta semana o inquérito que apura a morte de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, no mês passado. Caberá ao promotor do caso resolver se acata a denúncia e encaminha à Justiça ou se pede novas diligências. Segundo o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, a princípio a psicóloga Natália Ponte, mãe do garoto, deve ser inocentada. Já Guilherme Longo, o padrasto, preso há 38 dias, deve responder por homicídio triplamente qualificado, cuja pena pode chegar a 50 anos.

O Estado de S.Paulo

19 Dezembro 2013 | 02h05

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